É que o Hamas oferece agora 2.000 euros para quem casar com a viúva de um mártir que tenha explodido na última ofensiva militar na Faixa de Gaza.

Mulheres sem direito a escolher marido

Mulheres sem direito a escolher marido

Diz o senhor marido,

- “Ah e tal, eu não me vou fazer explodir porque deixo a minha mulher sem ninguém para cuidar dela e tal”

- “Não, nãoooo. Agora não tem desculpa. Pode explodir à vontade, que nós arranjamos substituto.”

Não é maravilhoso?

O objectivo do Hamas é melhorar as condições de vida e garantir o futuro das víuvas. Além disso, o novo pretendente ao trono deve ter dinheiro suficiente para manter 2 ou mais esposas, e ter um filho.

Segundo Abu Saleh, um dos voluntários, já casado, disse:

“O casamento é sempre bom. Além disso, Deus encorajou espiritualmente o homem para tomar conta de uma mulher e das crianças dela”.

Por outro lado, Samira Abdel Aleem, director do Sindicato do Comitê da Mulher, está contra estas medidas do Hamas por achar que estas degradam a dignidade da mulher palestiniana.

Não entendo porquê. Então a senhora ganha a honra de ter casado com alguém que tinha a coragem de se matar pela pátria. Depois, o Estado trata tão bem da sua população que lhe arranja um marido abastado, com capacidade para procriar. Tem mais uma criança com que se entreter, vinda de outra qualquer família que nunca viu mais gorda. E, com sorte, ainda volta a casar, com direito a festa e vestido de noiva. Espectáculo.

Agora faz sentido a mulher escolher, de livre vontade, o seu novo modo de vida!? Escolher se quer ficar sozinha ou ter um novo parceiro, ou parceira?! Escolher se quer ficar no mesmo lugar ou mudar de país?! No fundo, a mulher ter opinião na sua própria vida. Faz sentido?!?!  Faz?… Hm… se calhar faz.

Fonte

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