Lembras-te de uma banda desenhada com umas pequeninas personagens chamadas de Estrumpfes? Eram uns pequeninos gnomos azuis. Pois foi como ficou Paul Karason, um homem que vive na Califórnia.
A cor da pele de Paul começou a mudar aos poucos a partir dos seus 14 anos. Ninguém conseguiu porquê, nem ninguém conseguiu perceber como parar a mutação.
Com o evoluir da coisa, Paul acabou por ficar mesmo azulinho. Mas como tudo começou?
Este homem começou a ficar azul depois de ter começado a usar um medicamento feito em prata coloidal, um produto extraído do metal.
Ao que parece, o homem, mesmo ficando azul, ainda hoje toma.
“Ainda uso, mas muito pouco.”
A continuação do uso deste produto deve-se à crença que a prata coloidal tem para curar grandes enfermidades.
Claro que já ficou provado que esta porra este medicamento, não é eficaz e promove o aparecimento de efeitos secundários graves como Argyria, uma doença de coloração da pele.
Apesar de Paul se queixar que nalguns estabelecimentos continuam a gozar com ele, também não desiste de usar a coisa. Vá-se lá entender porquê.
Eu era fanático dos estrumpfes. Ainda hoje tenho aqui alguns livros dos Estrumpfes, como o do pássaro Cracucasse. Se eu conhecesse o senhor há uns anos, seria garantidamente o meu herói. Julgo até que, ao pequeno almoço, beberia um copito de prata coloidal. Só para me dar uma corzinha.



meu deus sou brasileira
É tudo mentira
tu devia ter vergonha por zombar desta reportagem este autor não tem orgulho de si falar que tomaria o medicamento só para ficar azul