Já muitas vezes ouvi falar da discriminação de homens e mulheres, até em Portugal. E normalmente com razão. Mas também acontece discriminação masculina. E este é um dos casos.

Um alemão, Niklas Stoepel, faz natação sincronizada, um desporto habitualmente feito por mulheres. Tão habitualmente que Niklas é o único homem no mundo a praticar a modalidade ao mais alto nível competitivo.

Niklas com 17 anos já é campeão nacional de natação sincronizada

Niklas com 17 anos já é campeão nacional de natação sincronizada

Niklas, no meio da sua equipa, nota-se que é um rapaz feliz

Niklas, no meio da sua equipa, nota-se que é um rapaz feliz. Pudera.

Niklas já ganhou os maiores títulos nacionais mas continua a ser banido quando concorre ao mais alto nível internacional.

Aos 17 anos, Niklas Stoepel é um estudante universitário da cidade de Wattenscheid que luta continuante contra uma forma rara de descriminação, que o está a prejudicar de competir a nível olímpico.

Até ao momento, as suas tentativas de competir nos eventos da Federação Internacional de Natação foram bloqueadas. Na Alemanha, onde a Associação de Natação é um pouco mais tolerante relativamente ao sexo masculino, Niklas já foi campeão nacional com a sua equipa FS Bochum numa competição de grupo.

Vamos esperar que as mentalidades mudem e que o rapaz consiga fazer os seus floreados na água. É que não deve ser fácil para um homem fazer as coreografias pensadas e desenhadas para míudas que metem, só para descontrair, o pé atrás das costas, enquanto comem os cereais pela manhã.

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2 Responses to “Rapaz tenta competir em Natação Sincronizada”

  1. Fernando says:

    Gostei muito do artigo. Acho que se houvesse uma equipe inteiramente masculina para competir, essa luta ficaria mais fácil.
    Um homem em uma equipe feminina é uma idéia muito difícil de aceitar. Os homens ainda são considerados mais fortes que as mulheres (mesmo sabendo que o gênero não é o único fator de condição física), isso pode fazer com a FINA entenda que ter um homem em uma equipe feminina seria uma vantagem injusta. Se a FINA pensa assim, são ilógicos, pois eles colocam, por exemplo, uma equipe inteiramente escandinava competindo contra as outras equipes. Todos sabemos que as mulheres escandinavas são geralmente mais fortes por natureza; assim como os homens são considerados mais fortes por natureza. Tenho certeza que eles permitiram uma escandinava naturalizada competir por outro país, mesmo considerando essa desproporção natural das mulheres escandinavas; uma desproporção semelhante a desproporção que há entre homens e mulheres.

    Apenas não acho que a discriminação de homens seja um tipo raro de discriminação. Na verdade, é uma discriminação frequente. O jeito como isso foi colocado neste artigo passa uma ideia errônea desse problema masculino.

  2. joão says:

    é a natação sincronizada, é a gin. acrobática, é todo um conjunto de Profissões (ed. infância, babysinting, Aux. admittst. etc) é a roupa e adereços (mulheres = calças saias, calções tenis. salto alto, baixo, gravata, decote, etc, etc, etc, e os homens ?? ) são canais de TV, são encontros internacionbais, são prémios internacionais só para mulheres, são tantas,tantas,tanras, QUE JÁ CHEIRA MAL

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